Zagueiro afirma ainda sentir fraqueza na perna esquerda, mas Cristóvão diz que jogador retornou sem acusar os dois meses de inatividade
- Um cara que fica dois meses parado pensa muita coisa. Então, voltar é um alívio, uma vitória para mim - desabafou.
Números da volta de Dedé
Passes certos 7
Passes errados 1
Faltas cometidas 2
Faltas recebidas 2
Desarmes 6
Roubadas de bola 0
Passes certos 7
Passes errados 1
Faltas cometidas 2
Faltas recebidas 2
Desarmes 6
Roubadas de bola 0
Dedé substituiu Rodolfo aos 11 minutos do segundo tempo da partida contra o Bahia depois que o titular torceu o tornozelo esquerdo. Permaneceu em campo até o apito final do árbitro, aos 49 minutos, e não escondeu o cansaço. Segundo o Mito, como é chamado pelos torcedores, isso faz parte do processo de retorno aos gramados.
- Não tenho como avaliar minha atuação, mas consegui corresponder um pouco. Achei que cansaria mais. Abafei, sim, mas foi muito por causa do gramado pesado. Senti a perna esquerda mais cansada. Ainda falta esse fortalecimento - observou.
- Não tenho como avaliar minha atuação, mas consegui corresponder um pouco. Achei que cansaria mais. Abafei, sim, mas foi muito por causa do gramado pesado. Senti a perna esquerda mais cansada. Ainda falta esse fortalecimento - observou.
Ao final da partida, Cristóvão Borges mostrou-se empolgado por ver Dedé novamente em campo e se disse satisfeito com a atuação. Para o treinador, o zagueiro apresentou todas as suas virtudes, mesmo ainda em meio às limitações pelo tempo de inatividade.
- A impressão é que ele não estava fora há tanto tempo. Foi exigido na marcação, nos chutes, nas bolas altas e correspondeu. É muito bom ver o Dedé voltar - disse.
- Falei com meus companheiros em campo que sentiria mais dificuldades com a bola no pé. Meu problema seria mais a percepção dos jogadores do Bahia com passes e movimentação rápida. Em relação à marcação e ao tempo de bola, sabia que não teria problemas - explicou Dedé.
Globoesporte
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